O Poder de Cura da Natureza


Muitos profissionais em restaurantes, além de nutricionistas estão usando ou consumindo o limão inteiro, em que nada é desperdiçado.  
Como você pode usar o limão inteiro sem desperdício?
Simples... Lave bem e coloque o limão na seção do freezer de sua geladeira.  
Uma vez que o limão esteja congelado, use seu ralador e o limão inteiro (sem necessidade de descascá-lo) e polvilhe-o em cima de seus alimentos.  

Polvilhe-o em suas bebidas, vinho, saladas, sorvete, sopa, macarrão, molho de macarrão, arroz, sushi... Todos os alimentos inesperadamente terão um gosto maravilhoso, algo que você talvez nunca tenha provado antes.  
Provavelmente, você achava que só o suco de limão teria vitamina C.  
Bem, saiba que as cascas do limão contêm vitaminas 5 a 10 vezes mais do que o suco de limão propriamente dito. E, sim, isso é o que você vem desperdiçando. Mas de agora em diante, por seguir esse procedimento simples de congelar o limão inteiro e salpicá-lo em cima de seus pratos, você pode consumir todos os nutrientes e obter ainda mais saúde.  
As cascas do limão são rejuvenescedoras da saúde na erradicação de elementos tóxicos do corpo. ótimo!!!  
Os benefícios surpreendentes do limão!  
Limão (Citrus) é um produto milagroso para matar células cancerosas. É 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia.  
Por que não sabemos nada sobre isso? Porque existem laboratórios interessados em fazer uma versão sintética que lhes trará enormes lucros.  
Seu sabor é agradável e não produz os efeitos horríveis da quimioterapia. Quantas pessoas morrem enquanto esse segredo é mantido, para não pôr em perigo as grandes corporações multimilionárias? Como sabem, a árvore do limão é conhecida por suas variedades de limões e limas. Você pode comer as frutas de diferentes maneiras: a polpa, suco, preparando bebidas, sorvetes, bolos, etc... A ele é creditado muitas virtudes, mas o mais interessante é o efeito que produz sobre cistos e tumores. Essa planta é uma solução comprovada contra cancros de todos os tipos. Alguns dizem que é muito útil para todas as variantes do cancro. Ele é considerado também como um espectro antimicrobiano contra infecções por bactérias e fungos, eficaz contra parasitas internas e vermes, que regula a pressão de sangue, quando muito alto, e um antidepressivo, combatendo o estresse e distúrbios nervosos.  
A fonte desta informação é fascinante: ela vem de uma das maiores fabricantes de drogas no mundo, diz que, após mais de 20 testes desde 1970, os extratos revelaram que: destrói as células malignas em 12 tipos de cancro, incluindo cólon, mama, próstata, pulmão e pâncreas... Os compostos dessa árvore mostraram-se 10.000 vezes melhores do que o produto Adriamycin, uma droga normalmente utilizada como quimioterápico no mundo, retardando o crescimento das células cancerosas. E o que é ainda mais surpreendente: este tipo de terapia com extrato de limão apenas destrói células de câncer maligno e não afeta as células saudáveis.  
Antes tarde do que nunca! Repasem aos seus amigos e conhecidos........

  

 

outro artigo sobre o limão

 

 

Limão
Autor/Fonte: Fonte: Balbach, A, Boarim, D. As Frutas na Medicina Natural. Ed. Missionária, 1992.
O limão, fruta ácida por excelência, é o rei dos temperos e o campeão dos remédios.

De gosto acre, de aroma agradabilíssimo e de efeito benéfico para o organismo, tem o limão a mais ampla aplicação na cozinha e na medicina.

 

Uso Medicinal

No Brasil, o limão é comumente empregado para combater a febre.

O limão é um dos melhores meios terapêuticos para curar e prevenir a gripe.

A gripe comum, que se pode complicar facilmente e assumir formas graves, encontra na alimentação sadia uma das melhores resistências. Não há dificuldades em estabelecer uma dieta antigripal, em que se evite o açúcar e predominem, pelo seu alto teor vitamínico, as frutas e as hortaliças. Sucos de frutas, notadamente de laranja e de limão, são altamente recomendados e de fácil digestão. Adotando-se uma alimentação sadia, de que deve fazer parte o limão, ter-se-á um regime ideal de cura, que será ainda útil na prevenção de outras doenças, pelo fortalecimento adequado das defesas naturais do organismo.

 

Valor Alimentício

O limão é uma fruta de muitos préstimos também na arte culinária.

Para temperar a salada deve usar-se o limão, que só pode ser benéfico, em lugar do vinagre, que não é saudável.

Quando se deseja tomar uma bebida refrescante, agradável, saudável, nos dias de calor, prepara-se uma “boa limonada”. Vale mais do que qualquer refrigerante que se compra no bar. É recomendável usar mel em lugar do açúcar.

Nos dias frios, um chá quentinho, de erva-cidreira, alfavaca, hortelã, etc, com suco de limão, é algo realmente delicioso e só faz bem; ao passo que o costume de "tomar pinga para esquentar o corpo" é tragicamente nocivo e enganoso.

A casca do limão, ralada, é um condimento que muitas donas de casa sabem preferir no preparo de bolos, tortas, doces, cremes, etc.

Diremos, em conclusão, que o fruto do limoeiro, por ser muito medicinal, deve, sempre que possível, de uma ou outra forma, entrar na alimentação.

 

Resumo das Utilidades Medicinais

Acidez gástrica: Proceder como indicado em gastrenterite.

Acne: Evitar alimentos gordurosos e doces. Usar suco de limão com água, sem açúcar, várias vezes ao dia.

Amigdalite: Gargarejar várias vezes ao dia com água morna, suco de limão e um pouco de sal.

Anti-sépticos: Proceder como indicado em feridas.

Artrite: Recomenda-se a "cura de limão". Tomar, no primeiro dia, um 1imão, no segundo dia, dois limões, e assim sucessivamente até dez limões. Depois ir regredindo até um limão.

Ascite: Proceder à "cura de limão", como indicado em artrite.

Asma: Tostar no forno um limão. Espremer e misturar o suco com mel. Tomar de hora em hora uma colher de chá.

Aterosclerose: Proceder à cura de limão, como indicado em artrite.

Azia: Proceder como indicado em gastrenterite.

Bexiga, doenças da: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Cirrose: Proceder a "cura de limão", como indicado em artrite.

Câncer: fazer a "cura de limão", conforme indicado em artrite. Observar, entretanto, prescrição médica.

Colelitíase: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Coração, doenças do: Especialmente para as enfermidades ateroscleróticas, indica-se o uso regular do limão. Pode-se fazer a cura do limão, como indicado em artrite.

Diabete melito: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Diarréia: Proceder como indicado em febre, ou em gastrenterite.

Difteria: Proceder como indicado em nefrolitíase. Fazer gargarejos com suco de limão. Os cuidados médicos são indispensáveis.

Disenteria: Proceder como indicado em febre, ou em gastrenterite.

Dispepsia gotosa: Uma hora antes das refeições tomar meio limão diluído em água.

Enjôo: Cheirar limão.

Envenenamento (soda e potassa): Tomar suco de vários limões.

Enxaqueca: Proceder como indicado em dispepsia gotosa. Experimentar a “cura de limão”, como explicado em artrite.

Escorbuto: Tomar regularmente o suco de limão diluído em metade de água.

Estomatite: Bochechar com água e limão. Tomar duas ou três vezes ao dia um copo d´água com meio limão.

Faringite: Proceder como indicado em amigdalite.

Febre: Cortar três limões médios em fatias finas. Pôr em 500ml de água e levar ao fogo. Deixar ferver até que a água fique reduzida a um terço. Tomar ½ xícara de chá de hora em hora até que a febre baixe.

Febre tífica: Ver febre.

Feridas: Aplicar no local suco de limão com sal.

Fermentação gastrintestinal: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Fígado, doenças do: Proceder como indicado em gastrenterite.

Gastrenterite: Tomar o limão bem diluído em água, sem açúcar, duas ou três vezes por dia, longe das refeições. >

Gota: Ver artrite. Pode-se tomar cinco a dez limões diariamente, acompanhados de uma dieta pobre em ácido úrico e proteínas. Evitar feijões, grão-de-bico, ervilha, lentilha, pães frescos. Cortar miolo, fígado, vísceras e carnes.

Gripe: Proceder como indicado em asma. Ou, tomar suco puro de limão três vezes por dia.

Hidropisia: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Hipertensão arterial: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Impaludismo: Ver febre. Tomar diariamente um ou dois limões, longe das refeições.

Infecções em geral: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Inflamações em geral: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Linfatismo: Proceder como indicado em nefrolitíase ou fazer a cura de limão.

Náuseas: Tomar limão com água. Cheirar limão.

Nefrite: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Nefrolitíase: Tomar água com limão, sem açúcar, várias vezes ao dia, inclusive de manhã em jejum.

Nevralgia: Friccionar a parte dolorida com uma banda de limão.

Pele, para a beleza da, ou manchas na: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Piorréia: Proceder como indicado em estomatite.

Pirose: Ver acidez gástrica.

Resfriado: Proceder como indicado em gripe.

Reumatismo: Proceder como indicado em nefrolitíase.

Rins, pedra nos: Ver nefrolitíase.

Soluço: Deglutir o conteúdo de uma colher de sopa com suco de limão.

Tifo: Proceder como indicado em febre.

Tuberculose: Além do tratamento médico necessário, proceder como indicado em asma; tomar, porém, uma colher de sopa de quatro em quatro horas.

Úlceras em geral: Aplicar no local suco de limão com algodão.

Vesícula, pedras na: Ver colelitíase.

 

Propriedade medicinais do ALHO

 


O ÓLEO DE ALHO HERBARIUM atua como coadjuvante no tratamento de hipertensão arterial leve, auxilia na redução dos níveis de colesterol e na prevenção das doenças arterioscleróticas.
Saiba mais sobre a planta:
Planta de origem asiática, a ação terapêutica do Alho é conhecida desde a Antiguidade.
Para os egípcios o Alho além de servir de alimento, estimulava a boa voz e a coragem.
Nero, imperador romano, com freqüência comia os bulbos do alho chegando às vezes interromper o consumo de qualquer outro alimento.
Durante a Idade Média o Alho ajudou na cura da peste bubônica.
Já na Primeira Guerra Mundial, foi usado pelos médicos para impedir a infecção dos ferimentos.
O Alho contém uma substância que ajuda a reduzir o colesterol e além disso, apresenta forte ação expectorante, analgésica, anti-bacteriana e tônica.

Nome científico: Allium sativum L.

Família: Liliaceae.

Outros nomes populares: alho-comum, alho-da-horta, alho-hortense, alho-manso; garlic e cultivated garlic (inglês); ajo (espanhol), ail (francês), aglio e aglio comune (italiano); ail (francês); hsiao-suan (chinês); lasan (hindu).

Constituintes químicos: ácido alfa-aminoacrílico; ácido fosfórico livre; ácidos sulfúrico; ajoeno (produzido por condensação da alicina); açúcares (fructose, glucose); alil; alil-propil; aliína (que se converte em alicina); aliinase; aminoácidos (ácido glutamínico, argenina, ácido aspártico, leucina, lisina, valina); citral; desoxialiina; dissulfeto de dialila; dissulfeto de dietila; felandreno; galantamina; geraniol; heterosídeos sulfurados; insulina; inulina; linalol; minerais (manganês, potássio, cálcio, fósforo, magnésio, selênio, sódio, ferro, zinco, cobre); nicotinamida; óleo essencial (muitos componentes sulfurosos, dentre eles: disolfuro de alil, trisolfuro de alil, tetrasolfuro de alil); óxido dialildissulfeto; polissulfeto de dialila; prostaglandinas A, B e F; proteínas; quercetina; sulfetos de vinil; trissulfeto de alila; vitaminas (A, B6, C, ácido fólico, pantotênico, niacina).

100 g de alho contém aproximadamente:
Água: 59 g; Calorias: 149 kcal; Lipídios: 0.5 g; Carboidratos: 33.07 g; Fibra: 2.1 g; Manganês: 1672 mg; Potássio: 401 mg; Enxofre: 70 mg; Cálcio: 181 mg; Fósforo: 153 mg; Magnésio: 25 mg; Sódio: 17 mg; Vitamina B-6: 1235 mg; Vitamina C: 31 mg; Ácido glutamínico: 0,805 g; Argenina: 0,634 g; Ácido aspártico: 0,489 g; Leucina: 0,308 g; Lisina: 0,273 g;

Propriedades medicinais: amebicida, antiagregante plaquetário, antiasmática, antibiótico, antifúngica, antigripal, anti-hipertensiva, antiinflamatório, antimicrobiana, anti-reumática, anti-séptica, antitóxica intestinal, antitrombóbita, antiviral, digestiva, excitante da mucosa estomacal, bactericida, bactericida intestinal, carminativa, depurativo do sangue; desinfetante, digestiva, diurética, emoliente, estimulante, excitante da mucosa estomacal, expectorante, febrífugo, hepatoprotetora, hipoglucemiante, hipolipemiante (inibe a síntese de colesterol e triglicerídeos), hipoviscosizante (reduz a viscosidade plasmática); odontálgica, rubefasciente enérgico, sudorífera, vasodilatadora periférica, vermífuga (solitária e ameba).

Indicações: acne, afecções da pele, afecções nervosa e histérica, ácido úrico, afecções genitourinárias (cistite, ureterite, uretrite, pielonefrite, urolitíase); afecções respiratórias (abscessos pulmonares, asma, bronquite, coqueluche, defluxo, enfisema, faringite, gripe, pneumonia, resfriado, tuberculose); angina, arteriopatias, arteriosclerose, artrite, calcificação das artérias, cálculo na bexiga, calos, caspa, catarro, coadjuvante em tratamentos de diabetes, cólera, colesterol alto, dermatomicose, diabetes, diarréia, difteria, distúrbios intestinais, doenças cardíacas, dores de cabeça, dores de dente, dores de ouvido (+surdez), edemas; enfermidades do fígado, dos rins e da bexiga; enxaqueca, escorbuto, esgotamento, estimulação do sistema imunológico, falta de apetite, febre, ferimentos (prego enferrujado, espinho, madeiras, vidros e materiais plásticos), gangrena pulmonar, gota, hemoptise, hemorróidas, herpes, hidropisia, hiperglicemia, hiperlipidemias, hiperqueratose, hiperuricemia, hipocondria, histeria, impingem, impurezas na pele, infecções bacterianas, infecções fúngicas, insônia, intoxicação nicotínica, manchas da pele, melancolia, menopausa, micose, nefrite, nervosismo, obesidade, palpitações cardíacas, paralisação do fígado e do baço, parasitose intestinal, paludismo, parodontopatias, picadas de insetos (coceira e dor), pressão alta, pressão baixa, prevenção de disenterias amebianas, prevenção de tromboembolismos, prisão de ventre, problemas circulatórios, retinopatia, reumatismo, rouquidão, sarda, sarnas, sensação de medo, sífilis, sinusite, tifo, tinha, tosse, triglicerídeos altos, tumores, úlceras, varizes, vermes, verrugas, Últimas tendências: anticancerígeno (os compostos de enxofre e o flavonóide quercetina parecem ser os responsáveis pela prevenção do aparecimento de células cancerosas no estômago, fígado, etc.).

Parte utilizada: bulbos.

Contra-indicações/cuidados: contra-indicado para lactantes (pode provocar cólicas no ventre do lactente), recém-nascidos, pessoas com pressão baixa, com problemas estomacais e de úlceras, pessoas com dermatites, com acidez de estômago, hipertireoidismo, hemorragias ativas, pré e pós-operatórios, trombocitopenia, tratamento com anticoagulantes tipo warfarina ou com hemostáticos (especialmente as formas extrativas), alguns medicamentos para controlar o nível de açúcar no sangue e alguns antiinflamatórios.
O óleo essencial puro por via oral é contra indicado para gestantes, lactantes, crianças, pacientes com hipersensibilidade.

Consulte sempre um médico, caso você esteja fazendo uso de algum medicamento.

Efeitos colaterais: em excesso, pode causar problemas digestivos, de estômago, dores de cabeça, dores nos rins, cólicas, vômitos, diarréia, tontura; problemas de sangramento ou de coagulação sanguínea, irritação intestinal. Por via externa pode produzir dermatite de contato. O óleo essencial puro pode provocar náuseas.

 

 

 

propriedades de cura da maça

exto sobre a maça: do site vigor e vida ! 

 

 

ORIGEM

 

Fruto da macieira da família “rosaceae” do gênero “malus” no Brasil existem inúmeras variedades as mais populares são: fugi e a gala.

 

Trata-se de uma das frutas mais antigas cultivada há milênios, destaca-se como um alimento de primeira linha.

 

Apresenta frutas resistentes que, quando refrigeradas podem durar longo tempo sem estragar, muitas vezes colhidas numa estação e consumidas em outra.

 

A exemplo do que ocorre na Ásia, Europa e Estados Unidos as quais são colhidas no outono para serem consumidas no inverno.

 

 

 

COMPOSIÇÃO
VALOR NUTRICIONAL P/ 100G
Energia
63,20 kcal
Água
84,40 g
Carboidratos
14,20 g
Proteínas
0,40 g
Lipídios
0,50 g
Cinzas
0,42 g
2 vitamana A
4 re
Vitamina B1 (Tiamina)
45,00 mcg
Vitamina B2 (Riboflavina)
100,00 mcg
Vitamina B3 (Niacina)
0,50 mg
Vitamina C (Ácido ascórbico)
8,00 mg
Potássio
127,00 mg
Fósforo
12,00 mg
Sódio
11,00 mg
Magnésio
8,00 mg
Enxofre
7,00 mg
Cálcio
7,00 mg
Silício
4,00 mg
Ferro
1,00 mg

 

 

 

USO MEDICINAL DA MAÇÃ

 

 

 

Excelente para o sistema digestivo e imunológico, elimina as toxinas e dissolve o ácido úrico. Reduz o colesterol, previne o câncer digestivo, evita alergias, é ótima para dissolver cálculos dos rins e da vesícula.

 

Desinfetante bucal elimina o mau hálito a prisão de ventre, bom para herpes e eczema.

 

Combate o artritismo, gota, reumatismo, dor ciática, calmante por natureza proporciona sono relaxante.

 

Atua também no combate a doenças crônicas de pele, na sífilis. Auxilia na obesidade promovendo a saciedade, depurador sanguíneo, distúrbios intestinais, colite, tônico cardíaco previne o infarto do miocárdio.

 

Infecções da garganta, fortalece o cérebro, ossos, facilita o funcionamento do fígado indicado ainda na tuberculose, bronquite e asma. Purifica o organismo como um todo, desinfeta e cura sem prejudicar.

 

Como pudemos constatar a maçã é uma fruta de primeira grandeza, que não pode faltar na alimentação de nenhuma pessoa que queira viver de forma saudável.

 

 

 

Propriedades Medicinais da Salsa

(texto do site enternauta)

 

 

A salsa, salsinha ou perrexil (Petroselinum crispum (Mill.) Nym.; Apiaceae (Umbelliferae)) é uma planta herbácea bienal, podendo-se também cultivar como anual. Forma uma roseta empenachada de folhas muito divididas, alcança 15 cm de altura e possui talos floríferos que podem chegar a exceder 60 cm com pequenas flores verdes amareladas.O cultivo da salsa faz-se há mais de trezentos anos, sendo uma das plantas aromáticas mais populares da gastronomia mundial.

 

A planta é originária da Europa.A variedade de salsa grande Petroselinum crispum tuberosum, possui uma raiz engrossada axonomorfa, parecida com a cherivia, esta é a que se consume como hortaliça crua ou cozida. Esta variedade tem folhas maiores e mais rugosas que a salsa comum, sendo mais semelhantes à espécie silvestre.As folhas de todos os tipos de salsa são ricas em vitaminas A, B1, B2, C e D, isto se consumidas cruas, já que o cozimento elimina parte dos seus componentes vitamínicos.

 

A reprodução é feita por sementes, num local ensolarado e em solo que não seja demasiado compacto. Também pode ser cultivada em vasos fundos em uma janela ensolarada.

 

As folhas frescas e tenras da salsa, simplesmente cortadas, são ideais para temperar pratos. (Fonte: Wikipedia)Benefícios da Salsinha

 

Nomes Populares:

 

  • Salsa,
  • Salsinha,
  • Perrexil

 

Propriedades:

 

  • É diurética,
    • e estimulante gástrico.
  • Combate as rugas,
  • Indicada em casos de asma,
    • conjuntivite,
    • espasmos,
    • tosse.

 

Precauções:

 

  • Evitar o uso durante a gravidez,
  • Pode ser tóxico em altas dosagens

Propriedades medicinais do óleo de copaíba

 

 

 

 

Indicações: nas infecções e inflamações em geral; anti-séptico e cicatrizante, podendo ser empregado em feridas, eczemas, psoríase, urticária, furúnculos, nas seborreias e irritações do couro cabeludo; doenças das vias respiratórias, como tosse, gripe, resfriados, bronquite e inflamação da garganta; disenteria; depurativo do sangue; incontinência urinárina; corrimento vaginal

 

Encontrada na floresta Amazônica e em outras regiões do Brasil, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Pará, São Paulo, Paraná e nas partes mais úmidas do Nordeste, a copaíba (Copaifera sp) ou Copaibeira, pertencente à família da Leguminosae-Caesalpinioideae (leguminosas-cesalpináceas), é uma árvore muito frondosa, com folhagem densa, de grande porte e de madeira avermelhada, também encontrada na África tropical, Antilhas, Colômbia, Guianas, México e Venezuela.

 

 

Quando adulta, a copaíba pode atingir de 10 a 40 metros de altura. Suas sementes são propagadas na floresta por diversos pássaros e animais que as utilizam como alimento. Na mata, é facilmente encontrada devido ao forte aroma que se desprende de sua casca.

Embora existam várias espécies do gênero copaíba, usadas para a extração do óleo, todas apresentam a mesma indicação medicinal. As espécies mais conhecidas são: Copaifera langsdorffii (região amazônica), Copaifera reticulata (região amazônica), Copaifera officinalis (a mais estudada, encontrada no México, Antilhas, África tropical e no Brasil), Copaifera guianensis (Paraná), Copaifera oblongifolia, Copaifera nítida (em Cuiabá e Minas Gerais), Copaifera coriacea (São Paulo) e Copaifera luetzelburgia.

Extraído por meio de uma incisão no tronco, o bálsamo da copaíba, popularmente conhecido como óleo, já era bastante conhecido e utilizado medicinalmente pelos índios brasileiros, quando os portugueses aqui chegaram; depois, foi também utilizado pelos jesuítas. O bálsamo é uma secreção vegetal complexa, com odor aromático característico, rica em diversos princípios ativos e produzida por várias espécies vegetais. Durante sua formação, o bálsamo é acumulado em cavidades do tronco e, através de furos, é extraído artesanalmente, apenas uma vez ao ano, com auxílio de tubos ou canaletas. Acredita-se que o uso terapêutico desse óleo pelos indígenas tenha-se baseado na observação do comportamento de certos animais que, quando feridos ou picados por insetos e bichos peçonhentos, esfregavam-se nos troncos das copaibeiras.

O óleo, de sabor amargo, depois de filtrado, apresenta uma consistência oleosa e tonalidades que variam da cor amarelo-pálida a pardo-esverdeada, às vezes com ligeira fluorescência. Os diversos tipos de óleos da copaíba podem apresentar diferentes características: branco aquoso, amarelo e de cor escura e mais consistente do que outros. A quantidade de óleo produzida e a sua consistência dependem de fatores como clima, solo, idade da árvore, estado de saúde do tronco e modo de explorar a árvore.

 

 

 

O óleo da copaíba já era bastante conhecido e utilizado terapeuticamente pelos índios brasileiros, quando os portugueses aqui chegaram

 

Desde o período pré-colombiano, os índios brasileiros têm empregado, externamente, o óleo de copaíba (Do tupi guarani “kupa’iwa”) no combate das doenças de pele e no tratamento de picadas de insetos. Tradicionalmente, os índios da Amazônia utilizavam o óleo da copaíba para curar ferimentos; eles o aplicavam no umbigo dos recém-nascidos para combater o mal dos sete dias e untavam os seus corpos com ele após os combates.

Os índios, quando se feriam ou retornavam das lutas, untavam seus corpos com o óleo da copaíba e se deitavam sobre esteiras suspensas e aquecidas para se recuperarem e curarem seus ferimentos. Já os colonos descobriram outras aplicações terapêuticas, empregando-o como anti-séptico das vias urinárias e respiratórias, no combate da asma brônquica, na prevenção e no combate do tétano e nas afecções da pele (doenças da pele: dermatoses), como a psoríase.

Posteriormente, com a introdução do óleo de copaíba nas farmacopeias (compilações contendo a nomenclatura das drogas, dos fitoterápicos, dos remédios simples e compostos e de artigos farmacêuticos) como remédio antiblenorrágico (combate a blenorragia, doença contagiosa, habitualmente transmitida pelo contato sexual, caracterizada por uma inflamação das vias genitourinárias, seguida de corrimento purulento e dores durante a micção), sua aplicabilidade se generalizou na medicina popular e passou a ser usado como cicatrizante e anti-inflamatório local; e, internamente, como diurético, expectorante e antimicrobiando das afecções da garganta e das vias urinárias. Em 1677, o óleo de copaíba já tinha sido registrado na farmacopeia britânica e, em 1820, na farmacopeia americana. A primeira farmacopeia brasileira foi oficializada em 1926.

Diversos de seus componentes apresentam atividade farmacológica cientificamente comprovada, entre os quais se destacam o beta-cariofileno, que possui ação anti-inflamatória e protetora da mucosa gástrica. Observação: Os óleos de copaíba vêm sendo vendidos em muitas farmácias adulterados com outros óleos vegetais, o que contribui para diminuir a sua eficácia terapêutica. Ao adquirir o produto, certifique-se que o óleo de copaíba comercializado é puro e integral. Deve-se combater a automedicação e somente fazer uso de remédios e medicamentos sob a orientação e a prescrição terapêuticas.

Embora se diferenciem na morfologia, as diferentes espécies de copaíba apresentam aplicação medicinal semelhante.

Constituintes

• Porção resinosa (55 a 60%): ácido diterpênicos, ácido copaíbico, ésteres e resinóides.
• Porção volátil de resina (40 a 55%): óleo essenciado que contém Beta-cariofileno (50-52%), Alfa-humuleno, Beta-bisaboleno e menores quantidades de outros oito sesquiterpenos.

Propriedades farmacológicas

Estudos recentes têm demonstrado que a eficiência terapêutica do óleo integral é maior do que as de quaisquer outras partes isoladas da copaibeira. Pesquisas in vivo e in vitro têm demonstrado que os óleos de várias espécies de copaíbas apresentam diversas propriedades terapêuticas.

• anti-inflamatória e antibiótica natural.

• Poderoso antimicósico (que destrói os fungos miscroscópicos ou impedem seu crescimento).

• Excelente depurativo do sangue e desintoxicante orgânico.

• Restabelece as funções das membranas das mucosas, o que auxilia no processo de cicatrização.

• Antiedematoso (que combate edema).

• Antitumoral.

• Anticancerígena. Segundo os estudos realizados pelos pesquisadores do “Instituto de Química” e do “Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas” da Unicamp, o óleo de copaíba apresenta componentes que podem combater nove linhagens de câncer; inclusive células cancerígenas de ovário, próstata, rins, cólon, pulmões, mamas, melanoma e leucemia. Fonte: Jonal da Unicamp – Edição 213 – 19 a 25 de maio de 2003.

• Tripanossomicida e bactericida.

• Em pequenas doses, estimula o apetite, pois apresenta ação direta sobre o estômago.

• Apresenta propriedades antissépticas, tanto tópica quanto internamente, atuando sobre as vias respiratórias e urinárias.

• O óleo essencial é um excelente fixador de perfumes.

Ação

• Anti-séptica (inibe e combate a ação dos microrganismos infectantes) e cicatrizante.

• No ensaio de atividade antimicrobiana, o óleo integral de copaíba, mostrou-se ativo contra Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis e Echerichia coli.

• Carminativa (combate o desenvolvimento dos gases no estômago e intestino).

• Expectorante (facilita a saída das secreções purulentas das vias respiratórias).

• Diurética (favorece a secreção urinária; diurese).

• Laxativa.

• Estimulante e tônica.

• Emoliente (efeito calmante sobre a pele e as mucosas inflamadas, combatendo o ressecamento dos tecidos, conferindo-lhes maciez).

Indicações (Uso Adulto e Pediátrico)

• Nas infecções e inflamações em geral.

• Anti-séptico e cicatrizante, podendo ser empregado em feridas, eczemas, psoríase, urticária, furúnculos, nas seborreias e irritações do couro cabeludo.

• Afecções das vias respiratórias, como tosse, gripe, resfriados, bronquite e inflamação da garganta.

• Disenteria (infecção intestinal, sobretudo do intestino grosso, que se manifesta por dores abdominais, tenesmo (contratura espasmódica dolorosa do esfíncter anal ou vesical, acompanhada pela sensação penosa e desejo muito forte e contínuo de evacuar ou de urinar) e uma diarreia grave com presença de sangue, pus e muco; pode ser causada por várias espécies de bacilos disentéricos – Shigella – e amebas).

• Como depurativo do sangue e na desintoxicação orgânica.

• Incontinência urinária, infecções urinárias e cistite (inflamação aguda ou crônica da bexiga).

• Leucorreia (corrimento esbranquiçado pela vagina; podendo ser causado por uma infecção bacteriana ou por tricomonas).

Contraindicações

• Gestação, lactação e pessoas com problemas gástricos. Não aplicar nos olhos e queimaduras.

Efeitos Colaterais

• Não os apresenta nas doses terapêuticas recomendadas.

Superdosagem

• Pode provocar vômitos, náuseas, diarreias com cólicas e, em certas partes do corpo, um exantema. Caso esses sintomas ocorram, descontinuar o uso e procurar auxílio terapêutico.

Precauções

• Em caso de hipersensibilidade ao produto, descontinuar o uso.

Interações

• Na literatura, não existem registros de quaisquer interações com medicamentos e alimentos.

Duração da administração

• De acordo com o critério terapêutico. Na maioria das vezes, o produto é bem tolerado pelo organismo e não causa dependência física ou psíquica.

 

 

 

Propreidades medicinais da NONI

(texto do site amigos da cura)

NONI contra cancer, diabetes, asma, hipertensão, depressão, artrite, infecçao

 

A planta noni é um arbusto ou pequena árvore que cresce de três a seis metros. A planta do noni tem um tronco reto, grandes folhas elípticas, flores brancas tubular e ovóide frutos amarelos de até 12 cm de diâmetro. O fruto maduro de Noni tem um gosto não tão agradável e odor.

Peças usadas: Todas as partes da planta noni pode ser utilizada: raízes, caules, cascas, folhas e flores e, claro, as frutas.

Fitoquímicos

Ácido Octoanoic, Escopoletina, Damnacanthal, Terpenóides, antraquinonas, ácido capróico, Ácido ursólico, Rutina

Propriedades medicinais

Noni tem sido relatada a ter uma gama de benefícios de saúde para resfriados, câncer, diabetes,
asma, hipertensão, dor, infecção de pele, pressão arterial alta,
depressão mental, aterosclerose e artrite.
O noni contém os compostos antibacterianos nos frutos (acubin,
L-asperuloside e alizarina) e raízes (anthrauinones). Noni escopoletina
conatins que inibe o crescimento de Escherichia coli, Que é responsável por infecções intestinais e Heliobacter pylori, O que provoca úlceras.
Damnacanthal, que é encontrado em The Roots noni, inibe a tirosina quinase e dá a atividade antitumoral do noni.

Outros fatos

As propriedades medicinais do Noni foram descobertos mais de 2000 anos atrás, pelos polinésios, que
importaram a fruta do sudeste asiático. Hoje, a fruta noni é comido em
muitas partes do mundo, principalmente nas ilhas do Pacífico, Sudeste
Asiático e Austrália. Aqueles que se recuperou de uma doença após comer
a fruta noni chamou? O fruto de Deus?.
Em 2003, o suco de noni foi aprovado pela Comissão Europeia como um
alimento e foi autorizado a ser comercializado na União Europeia. Um
alimento é o alimento ou ingrediente alimentar que não foi utilizada de
forma significativa na UE antes de 15 de maio de 1997. Antes de
qualquer produto novo alimento pode ser introduzido no mercado europeu
que deve ser rigorosamente avaliado para a segurança.

Outros nomes

Indian mulberry, nono, nonu, fruta de queijo, Ba Ji Tian

 

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