Breve Histórias, das Mitologias e seus Deuses


Mitologia Hindu

 

A mitologia Hindú preconiza que no princípio as deidades eram as forças da natureza, depois tomaram forma total ou parcial de animais e mais tarde a forma humana.

A introdução a este artigo oferece contexto insuficiente para aqueles não familiarizados com o assunto.
Por favor nos ajude a melhorar a introdução para atingir o padrão Ocultura de qualidade. Você pode discutir o assunto na página de discussão.

Brahman é o Absoluto, sem forma, que a tudo contém e que não é contido por nada, primeiro sem segundo, origem e fim de toda a criação. O homem, por ter dificuldade em se relacionar com Ele, cria formas e aspectos para Ele. Na verdade, todas as formas, todos os aspectos, todas as deidades são somente o Absoluto. Estes aspectos variam de nome e forma, de acordo com a época, a situação e a necessidade.

    1 Deidades Védicas
    2 Brahmá
    3 Vishnu
    4 Rama
    5 Krishna
    6 Shiva
    7 Devis
    8 Parvati
    9 Durgá
    10 Káli
    11 Lakshmi
    12 Sarásvati
    13 Ganesha

Deidades Védicas

O Rig Veda cita 33 deuses, dos quais destacam-se cinco:

    Indra: o rei dos deuses, o governador do céu, representando o poder do raio, da energia.
    Agni: o Fogo, considerado o mensageiro dos deuses. No ritual ele depura a oferenda e a leva em forma sutil a Deus. É a conexão entre homens e deuses. É também a luz para a mente ver e compreender a verdade.
    Surya: o Sol. É dito que ele é a alma suprema dos Vedas e deve ser adorado por todos que desejam a liberação da ignorância.
    Vayu: é o deus do Vento, do Ar e do Prana. Divide seu poder com Indra, o Senhor do Céu. É invisível, habitando em nossos corpos como os cinco ares vitais (Prana, Apana, Samana, Vyana e Udanai).
    Varuna: uma das mais antigas deidades védicas, associado à Água, aos Rios e aos Oceanos. Seu poder é ilimitado, assim como seu conhecimento. Inspeciona todo o mundo, sendo o Senhor das leis morais.

No início, tudo era repouso e equilíbrio, só Brahman existia. Houve então a primeira vibração, Om, o Som Primordial e a partir dele todo o universo foi criado. A partir daí surge a trindade hindu, formada por Brahmá, Vishnu e Shiva, que correspondem às 3 gunas, às características de toda a criação.

Brahmá representa Rajas, o movimento, responsável pela criação. Vishnu representa Sattva, o poder de existência, preservação e proteção. Shiva representa Tamas, o poder de dissolução do universo.

 

Brahmá


A mitologia descreve Brahmá como tendo surgido de um lótus saído do umbigo de Vishnu e com ele toda a criação.

Diz-se também que Brahmá surgiu de um ovo de ouro, Hiranyagarbha, nas águas causais. Sua consorte, Sarasvati, o Conhecimento, manifestou-se a partir dele. Dessa união surgiu toda a criação. É representado com quatro cabeças, simbolizando os quatro Vedas; possui quatro braços e em nas suas mãos ele segura um mala (simbolizando a tranquilização da mente), uma colher e ervas (simbolizando os rituais), um pote com água, o Kamandalu (simbolizando a renúncia) e os Vedas (simbolizando o conhecimento).

A mão que segura o mala faz um sinal, abhaya mudrá, que representa o afastamento do medo. Está sentado geralmente sobre um cisne, que simboliza a discriminação ou sobre um lótus, que representa o conhecimento.

 

Vishnu
Vishnu, a segunda deidade da Trindade hindu, é o responsável pela proteção, manutenção e preservação da criação. A palavra Vishnu significa "aquele que tudo penetra?", ou "aquele que tudo impregna". Sua Shakti, ou seja, seu aspecto feminino, sua consorte é Lakshmi, deusa da prosperidade, riqueza e da beleza.

É apresentado de duas formas principais:

    Deitado em uma serpente de mil cabeças, flutuando num oceano de leite. Neste caso é chamado de Narayana, aquele que mora nas águas cósmicas. De seu umbigo sai um lótus onde está Brahmá, o criador. A seus pés está Lakshmi, representando a beleza e a riqueza que devem se curvar diante do Absoluto. Envolvendo o lótus está uma serpente, Shesha, ou Ananta, que simboliza a eternidade. Ela possui mil cabeças voltadas para o Senhor Vishnu, representando o ego com seus mil desejos e pensamentos que reconhecem o Absoluto.
    Vishnu é representado também em pé, sobre um lótus ou uma serpente.

Representa o sábio indicando a busca do conhecimento. Apresenta quatro braços, tendo em cada mão um lótus (o conhecimento que sustenta a pureza da mente), um disco (a destruição da ignorância e dos apegos), uma concha (a origem da existência, os cinco elementos) e uma arma, a massa (o poder do conhecimento, o poder do tempo). Usa roupa amarela, guirlanda de flores, o cordão sagrado com três linhas e uma grande jóia no peito.

    Pode aparecer também sobre o pássaro Garuda, (um pássaro místico, o rei dos pássaros), que representa as asas da fala, os mantras védicos.

A partir de Vishnu surgem todos os Avataras, aqueles que se encarnam com a missão de restabelecer o Dharma. São dez os avataras: Matsya, Kurma, Varaha, Narasimha, Vamana, Parasurama, Ramachandra, Krishna, Buddha e Kalki.

 

Rama
Rama ou Ramachandra, que significa lua encantadora, ou aquele que brilha na Terra. Sua missão: o cumprimento do Dharma. É o símbolo do grande homem, o perfeito filho, o perfeito marido, irmão, amigo e governante. Sua saga está descrita no épico Ramayana, onde é relatado com detalhes seu casamento com Sita, e sua luta contra o demônio Ravana. Recebeu ajuda de Hanuman nesta empreitada.

 

Krishna
É o mais popular e amado avatara da Índia, com maior número de templos e devotos. Nos Puranas é descrito como um pastor tocador de flauta. No Mahabharata é o sábio que dá o ensinamento a Arjuna no campo de batalha.

 

Shiva
Shiva é o aspecto de Brahman, o Absoluto, na Trindade hindu que representa a destruição, a transformação para um novo renascimento. Sua Shakti é Parvati, a matéria.

 

Devis
São as deusas, as mães divinas, aquela que resplandece. Nos Vedas eram apresentadas como energia ou poder do criador, a Shakti. Nos Puranas aparecem como devis. Representam a sabedoria do universo, o aspecto protetor, maternal do Absoluto.

Apresentam-se de 5 formas diferentes: Parvati, Durgá, Káli, Lakshmi e Sarásvati.

 

Parvati
É a Mãe do Universo e consorte de Shiva. Simboliza a disciplina, a renúncia, o esforço que leva o devoto ao Conhecimento.

 

Durgá
Representa o aspecto feroz de Parvati. Montada em um leão ou tigre. Tem 12 ou 18 braços e em cada mão tem armas dadas pelos deuses. Seu objetivo é ser implacável com os demônios que representam nosso ego e nossa ignorância. Ela nos mostra que devemos ser decididos na destruição de tudo que nos impede de percebermos nossa verdadeira natureza divina.

Káli
Aspecto mais feroz ainda de Parvati. Tem língua roxa, não usa roupa e seu corpo é coberto pelos longos cabelos negros. Usa um colar de caveira, tem quatro braços e leva em cada mão armas de destruição e uma cabeça sangrando. É a devoradora do tempo.

 

Lakshmi
Ela é muito popular na Índia, sendo considerada a mais próxima dos seres humanos. Quer o bem estar de todos sem se preocupar com suas ações ou seu passado. Surgiu das águas cósmicas, da eternidade. É a consorte de Vishnu. Simboliza a riqueza material e espiritual, representando o nosso universo ilusório. Usa um sari vermelho, que simboliza rajas, a ação para manter a vida, tem muitas jóias e moedas de ouro, que representam a riqueza e a prosperidade. É apresentada sobre um lótus, símbolo do conhecimento.

 

Sarásvati
É associada à fertilidade, à purificação, à fala, à linguagem e à palavra. É considerada a personificação de todos os conhecimentos, artes, ciências e letras. Sem ela Brahmá, seu consorte, não poderia ter criado o mundo. Usa um sari branco (a pureza do conhecimento), está sentada em um lótus branco (o conhecimento) ou numa pedra (a base sólida na busca do conhecimento). Possui sempre ao seu lado um cisne (discernimento) ou um pavão (silêncio necessário para escutar, refletir e meditar).

Possui quatro braços e em cada mão um mala (disciplina da meditação), vina(o som, o chamado à busca do Conhecimento) e os Vedas (o ensinamento).

 

Ganesha
Ganesha é o menino com cabeça de elefante, sendo a mais popular e querida deidade hindu. É o filho de Shiva e Parvati. É reverenciado antes de toda e qualquer atividade, estando presente nas portas dos templos e das casas. É o removedor dos obstáculos. A cabeça de elefante representa a grande disposição para escutar, refletir e meditar; a tromba representa o discernimento; os quatro braços representam os quatro instrumentos internos (ego, memória, mente e intelecto); nas suas mãos há o machado (desapego), a corda (devoção), doces (a alegria na busca do conhecimento) e o gesto de abhaya mudrá (fé e coragem na busca). O rato que sempre aparece junto representa o desejo, mantido sob controle.   (fonte mitologia hindu: O cultura.org)

 

 

Mitologia Grega

 

Princípios
Os gregos criaram vários mitos para poder passar mensagens para as pessoas e também com o objetivo de preservar a memória histórica de seu povo. Há três mil anos, não havia explicações científicas para grande parte dos fenômenos da natureza ou para os acontecimentos históricos.

Portanto, para buscar um significado para os fatos políticos, econômicos e sociais, os gregos criaram uma série de histórias, de origem imaginativa, que eram transmitidas, principalmente, através da literatura oral.

 Grande parte destas lendas e mitos chegou até os dias de hoje e são importantes fontes de informações para entendermos a história da civilização da Grécia Antiga. São histórias riquíssimas em dados psicológicos, econômicos, materiais, artísticos,  políticos e culturais.

Entendendo a Mitologia Grega.

Os gregos antigos enxergavam vida em quase tudo que os cercavam, e buscavam explicações para tudo. A imaginação fértil deste povo criou personagens e figuras mitológicas das mais diversas. Heróis, deuses, ninfas, titãs e centauros habitavam o mundo material, influenciando em suas vidas. Bastava ler os sinais da natureza, para conseguir atingir seus objetivos. A pitonisa, espécie de sacerdotisa, era uma importante personagem neste contexto. Os gregos a consultavam em seus oráculos para saber sobre as coisas que estavam acontecendo e também sobre o futuro. Quase sempre, a pitonisa buscava explicações mitológicas para tais acontecimentos. Agradar uma divindade era condição fundamental para atingir bons resultados na vida material. Um trabalhador do comércio, por exemplo, deveria deixar o deus Hermes sempre satisfeito, para conseguir bons resultados em seu trabalho.

Os principais seres mitológicos da Grécia Antiga eram :

- Heróis : seres mortais, filhos de deuses com seres humanos. Exemplos: Herácles ou Hércules e Aquiles.
- Ninfas : seres femininos que habitavam os campos e bosques, levando alegria e felicidade.
- Sátiros : figura com corpo de homem, chifres e patas de bode.
- Centauros : corpo formado por uma metade de homem e outra de cavalo.
- Sereias : mulheres com metade do corpo de peixe, atraíam os marinheiros com seus cantos atraentes.
- Górgonas : mulheres, espécies de monstros, com cabelos de serpentes. Exemplo: Medusa
- Quimera : mistura de leão e cabra que soltava fogo pelas ventas.

Medusa Medusa: mulher com serpentes na cabeça

O Minotauro

É um dos mitos mais conhecidos e já foi tema de filmes, desenhos animados, peças de teatro, jogos etc. Esse monstro tinha corpo de homem e cabeça de touro. Forte e feroz, habitava um labirinto na ilha de Creta. Alimentava-se de sete rapazes e sete moças gregas, que deveriam ser enviadas pelo rei Egeu ao Rei Minos, que os enviavam ao labirinto. Muitos gregos tentaram matar o minotauro, porém acabavam se perdendo no labirinto ou mortos pelo monstro.

Certo dia, o rei Egeu resolveu enviar para a ilha de Creta seu filho, Teseu, que deveria matar o minotauro. Teseu recebeu da filha do rei de Creta, Ariadne, um novelo de lã e uma espada. O herói entrou no labirinto, matou o Minotauro com um golpe de espada e saiu usando o fio de lã que havia marcado todo o caminho percorrido.

Deuses gregos

De acordo com o gregos, os deuses habitavam o topo do Monte Olimpo, principal montanha da Grécia Antiga. Deste local, comandavam o trabalho e as relações sociais e políticas dos seres humanos. Os deuses gregos eram imortais, porém possuíam características de seres humanos.

Ciúmes, inveja, traição e violência também eram características encontradas no Olimpo. Muitas vezes, apaixonavam-se por mortais e acabavam tendo filhos com estes. Desta união entre deuses e mortais surgiam os heróis.

Conheça os principais deuses gregos :

Zeus - deus de todos os deuses, senhor do Céu.
Afrodite - deusa do amor, sexo e beleza.
Poseidon - deus dos mares
Hades - deus das almas dos mortos, dos cemitérios e do subterrâneo.
Hera - deusa dos casamentos e da maternidade.
Apolo - deus da luz e das obras de artes.
Ártemis - deusa da caça e da vida selvagem.
Ares - divindade da guerra.
Atena - deusa da sabedoria e da serenidade. Protetora da cidade de Atenas.
Cronos - deus da agricultura que também simbolizava o tempo.
Hermes - mensageiro dos deuses, representava o comércio e as comunicações.
Hefesto - divindade do fogo e do trabalho.

 

Tópicos da Mitologia Egípcia

 

Mitologia egípcia e religião

No Egito Antigo, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estas divindades possuíam algumas cararacterísticas (poderes) acima da capacidade humana. Poderiam, por exemplo, estar presente em vários locais ao mesmo tempo, assumir várias formas (até mesmo de animais) e interferir diretamente nos fenômenos da natureza. As cidades do Egito Antigo possuíam um deus protetor, que recebia oferendas e pedidos da população local.

Conheça abaixo uma relação das principais divindades do Egito Antigo e suas características.

Nome do deus(a) -  O que representava

Rá -  Sol (principal deus da religião egípcia)

Toth - sabedoria, conhecimento, representante da Lua

Anúbis - os mortos e o submundo

Bastet - fertilidade, protetora das mulheres grávidas

Hathor - amor, alegria, dança, vinho, festas

Hórus - céu

Khnum - criatividade, controlador das águas do rio Nilo

Maet - justiça e equilíbrio

Ptah - obras feitas em pedra

Seth - tempestade, mal, desordem e violência

Sobek - paciência, astúcia

Osíris - vida após a morte, vegetação

Ísis - amor, magia

Tefnut - nuvem e umidade

Chu - ar seco, luz do sol

Geb - terra

 Mitologia Romana 

 

A Mitologia romana pode ser dividida em duas partes: a primeira, tardia e mais literária, consiste na quase total apropriação da grega; a segunda, antiga e ritualística, funcionava diferentemente da correlata grega.

O romano, que impregnava a sua vida pelo numen, uma força divina indefinida presente em todas as coisas, estabeleceu com os deuses romanos um respeito escrupuloso pelo rito religioso – o Pax deorum – que consistia muitas vezes em danças, invocações ou sacrifícios.

Ao lado dos deuses domésticos, os romanos possuíam diversas tríades divinas, adaptadas várias vezes ao longo das várias fases da história. Assim, à tríade primitiva constituída por Júpiter (senhor do Universo), Marte (deus da guerra) e Quirino (o rei Rômulo, mitológico fundador de Roma), os etruscos inseriram o culto das deusas Minerva (deusa da inteligência e sabedoria) e Juno (rainha do céu e esposa de Júpiter).

Com a república surge Ceres (deusa da Terra e dos cereais), Líber e Libera. Mais tarde, a influência grega inseria uma adaptação para o panteão romano do seu deus do comércio e da eloquência (Mercúrio) sob as feições de Hermes, e o deus do vinho (Baco), como Dionísio.
Índice

    1 A natureza dos primeiros mitos romanos
    2 Antiga mitologia sobre os deuses
    3 Principais deuses romanos
    4 Religio romana e a restauração dos cultos politeístas da Roma antiga
    5 Ver também

A natureza dos primeiros mitos romanos

Consistia de um sistema bastante desenvolvido de rituais, escolas de sacerdócio e grupos relacionados a deuses. Também apresentava um conjunto de mitos históricos acerca da glória e da fundação de Roma envolvendo personagens humanos com ocasionais intervenções divinas.

Os deuses estabeleciam uma benevolência para com os homens.
Antiga mitologia sobre os deuses

O modelo romano consistia de uma maneira não muito diversa de pensar e definir os deuses dos gregos, sendo alguns dos deuses romanos inspirados nos deuses gregos.
Principais deuses romanos

(Ordem alfabética:)

  
Apolo: deus da música e da poesia, irmão gemeo de Diana
    Baco: deus das festas, do vinho, do lazer e do prazer
    Belona: deusa da guerra
    Ceres: deusa da agricultura e dos cereais
    Concórdia: deusa da harmonia e paz nos lares
    Cupido: deus do amor
    Diana: deusa da caça e da Lua
    Esculápio: deus da medicina
    Fortuna: deusa da riqueza e da sorte
    Jano: deus com dois rostos que cuida da porta dos céus. Um virado para o passado e o outro    para o futuro.
    Juno: deusa da força vital, deusa dos deuses
    Júpiter: deus dos deuses, senhor do Universo , dos céus
    Lares; Espírito protector da casa e da família
    Marte: deus da guerra
    Mercúrio: deus mensageiro e do comércio
    Minerva; deusa da sabedoria
    Netuno: deus dos mares
    Pã: deusa da natureza
    Plutão: deus do submundo e dos mortos*
    Saturno: deus do tempo
    Tellus: deusa da terra - Mãe Terra
    Venus: deusa da beleza e do amor
    Vulcano: deus do fogo e dos ferreiros

 

Mitologia Nórdica

 

A mitologia nórdica, também conhecida como mitologia escandinava ou viking, é composta pelo conjunto de lendas, crenças e religião dos povos escandinavos antigos (que habitaram a região da Península da Escandinávia). Os principais mitos nórdicos são originários, portanto, dos reinos vikings.

A mitologia nórdica era uma coleção de histórias e crenças compartilhadas pelos povos germânicos do norte. Ela foi transmitida de forma regular de geração para geração, principalmente através de poesias. Essa mitologia chegou até nós através, principalmente de textos medievais escritos durante e após o processo de cristianização da região. Outra importante fonte foram os Edas (conjunto de textos encontrados na Islândia que apresentam históricas e personagens mitológicos). A transmissão dos mitos permaneceu durante a Era Viking.

 

Principais características da mitologia nórdica:

- Não acreditavam em nenhuma verdade transmitida pelas divindades aos mortais;

- Os mitos e lendas eram transmitidos, principalmente, de forma oral de geração para geração;

- O mundo é representado como um disco plano;

- Os deuses nórdicos habitavam Asgard (espécie de cidade sagrada cercada por muros);

- Os deuses deram aos homens habilidades e sentidos.


Principais criaturas da mitologia nórdica:

 

Deuses e deusas: deidades superiores.

- Valquírias: deidades menores, servas de Odin.

- Heróis: criaturas que realizavam grandes feitos, pois possuíam poderes especiais.

- Anões: possuíam inteligência superior e muitos tinham a capacidade de prever o futuro.

- Jotuns: gigantes com poderes especiais que quase sempre aparecem em oposição aos deuses.

- Bestas: seres sobrenaturais como, por exemplo, Fenrir (lobo gigante) e Jörmundgander (serpente marinha gigante).

- Nornas: deusas que tinham funções específicas relacionadas ao controle do presente, passado, futuro, sorte, azar e providência.

- Elfos: viviam nas florestas, fontes e bosques. Eram imortais, jovens e tinham poderes mágicos.

Os principais deuses da mitologia nórdica:

 

- Odin: deus, rei de todos os deuses.
- Thor: deus dos raios e dos trovões. Filho mais velho de Odin.
- Balder: deus da justiça e da sabedoria.
- Loki: deus do fogo
- Frigga: deusa da fertilidade e do amor.
- Bragi: deus da sabedoria e da poesia.
- Dag: deus do dia.
- Njord: deus dos ventos e da fertilidade.
- Frey: deus da fertilidade e do tempo.
- Ran: deus dos mares.
- Gerda: deusa das almas perdidas.
- Freia: deusa do sexo, do amor, da beleza e da fertilidade.

 

Os principais heróis da mitologia nórdica:

 

- Beowulf: guerreiro que venceu o dragão e o grande monstro Grendel.
- Siegfried: personagem épico na saga dos Volsungos.
- Grendel: monstro que foi derrotado por Beowulf.
- Volsung: personagem rei.
- Erik, o vermelho: descobridor da Groelândia.

 

As Valquírias:

- Brünhild
- Gunnr
- Skuld
- Hilkdr

(Fonte Mitologia Nórdica: Sua pesquisa.com)

Mitologia Tupi Guaraní 

 

Jaci, a formosa deusa Jaci, a Lua, a Rainha da Noite que traz suavidade e encanto para a vida dos homens.

Tupã é o autor do trovão e dos relâmpagos, sendo o criador do raio, tal onipresença celeste confere a este um poder significativo na mitologia Tupinambá.

No início de todas as coisas, Tupã criou o infinito cheio de beleza e perfeição. Povoou de seres luminosos o vasto céu e as alturas celestes, onde está seu reino. Criou então, a formosa deusa Jaci, a Lua, para ser a Rainha da Noite e trazer suavidade e encanto para a vida dos homens. Mais tarde, ele mesmo sucumbe ao seu feitiço e a toma como esposa. Jaci era irmã de Iara, a deusa dos lagos serenos.

Guaraci ou Quaraci na mitologia tupi-guarani é a representação ou deidade do Sol, às vezes compreendido como aquele que dá a vida e criador de todos os seres vivos, tal qual o sol é importante nos processos biológicos. Também conhecido como Coaraci. É identificado com o deus hindu Brahma e com o egípcio Osíris.

Yorixiriamori deixava as mulheres encantadas com seu canto, o que despertou a inveja nos homens, que tentaram matá-lo. O deus fugiu sob a forma de um pássaro. É um personagem do mito “A Árvore Cantante”, dos Ianomâmis. Essa árvore desapareceu depois da fuga da divindade.

Deixe seu coment√°rio referente a este conte√ļdo.

Nome Completo:
Email:
Coment√°rio:
Você pode digitar até 500 caracteres.